viernes, 16 de marzo de 2012

Mnv. 357 - Mnavegâmçiar sneze czárido


I
Mnavegâmçiar sneze czárido
debibé nosne cesáreo


II

Mnavegâmçiar es necio cesareo

Debevir nosne cesárido

Mnavedigar esnece czárido

Erbidibidiber nosne zerasio

Mnavergas necessa rido

Vivernos neccesa rido

Nave gançiar sneza rido

Vivirnosne cesar ido

Nam beregar snecze saurio

devebir nox necce czsáurigo




Tenía un bollo o embolao/empanada menetal con la jodía arenga que Plutarco atridebúdie a Pompey arengando a la tripulación.
He intentao de de hilvanar el lilo da Riadna según prosoproscema del nueso Peer Hawista de Hoedenia Veneranda.

N piezo con el Gadietánigo Albelloto y acabo, pasando por el Perssona indagando el origen de la frase lapidaria tántas veces aludida por Nueso Hacedor Dom Ulalio Apoholliner.
Transcriptoro aquín numerosas fuentes quen conotrao por la buda güej pa B si mesa claraban lars ideyas.

Aviso de de de deque estoy tamién haciendo una Summa Recopilatora de Temas Fluviales, lacustres o mariñéribos.
Hastarnúo poe, cavecanos.


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A B que saco en saco roto:

Os Argonautas

Caetano Veloso

O Barco!
Meu coração não aguenta
Tanta tormenta, alegria
Meu coração não contenta

O dia, o marco, meu coração
O porto, não!...

Navegar é preciso
Viver não é preciso...(2x)

O Barco!
Noite no teu, tão bonito
Sorriso solto perdido

Horizonte, madrugada

O riso, o arco da madrugada

O porto, nada!...

Navegar é preciso
Viver não é preciso (2x)

O Barco!
O automóvel brilhante

O trilho solto, o barulho

Do meu dente em tua veia

O sangue, o charco, barulho lento

O porto, silêncio!...

Navegar é preciso
Viver não é preciso...(6x)

1969

Adaptación de canciones. Caetano Veloso: Os argonautas




En Os argonautas, Caetano Veloso se basa en un poema de Fernando Pessoa, llamado Navegar é preciso, ambos textos se transcriben al término de esta publicación

Me pregunto, cómo se debería traducir o adaptar la frase "Navegar é preciso, viver não é preciso" en Los argonautas, manteniendo la fidelidad, la intencionalidad del original en portugués y la métrica para poder cantarla en español. Gran desafío.

Para que se comprenda a qué me estoy refiriendo, a continuación transcribo la traducción de una nota escrita por Cláudia Rodrigues en Recanto das Letras
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Fernando Pessoa: Navegar é preciso, viver não é preciso

Traducción al español: Sonia Rodríguez Mella


¿Qué nos quiso decir Fernando Persona con la frase "Navegar é preciso, viver não é preciso"?Si hablamos de "precisión" y no de necessidade, podríamos imaginar estrictamente una navegación en la que navegar exige un conocimiento calculado, medido y previsible. Ahora bien, con respecto a la vida no hay nada "preciso". No es posible calcular la vida en el sentido de los momentos, las decisiones y las medidas. La vida no es exacta, no es precisa... No sabemos cómo será mañana ni cuándo moriremos... Aún así, voy a recorrer un camino más distante, en una amplitud hacia el pensamiento filosófico y metafísico en el que Fernando Persona nos sitúa, y pasaremos a analizar cuatro temas: 1) El existencialismo: La fuga de sí mismo, el existencialismo que considera a cada hombre como un ser único que dirige sus actos y su destino. 2) La muerte; La fuga de lo imposible. 3) La vida: el pensamiento llamado vida. 4) El ser: El gran misterio de ser, y principalmente de que nos aceptemos y nos valoricemos.


En un razonamiento analítico sería "Vivir não é preciso, o que é preciso é criar". Cuando nos valorizamos en vida, tenemos en nuestras manos el poder de aceptarnos como somos, de ser uno, y el resultado de ésto es la creación. No debemos dejarnos destruir, siempre debemos crear y recrear lo imposible de nosotros y para nosotros. Tenemos que abandonar la mesquindad, los falsos proyectos, la falsa ilusión, las falsas creencias para apostar a lo mejor que tenemos. Sé que somos bastante humanos para necesitar a toda hora de preguntas con respuestas rápidas y ligeras, que puedan entonces llevarnos al mundo real y así dejamos de pensar en nuestra inmortalidad. ¿Pero qué debemos crear para dejarle al mundo? ¿Qué contribución podremos dejar aquí en la Tierra, a los que quedarán y a los qué vendrán? Por eso, el ejercicio de la creación debe estar siempre presente en cada gesto, en cada amanecer. La existencia nos ayuda para esto, si no pasaríamos la vida simplemente por vivir. Vivir es existir de todas las maneras. Para vivir, no es suficiente con ver, oír, pensar y hablar, pues éstas son manifestaciones de la existencia. Para vivir, es necesario sentir, bucear en sí mismo y salir. Es mirar y ver. Quien sólo existe sin vivir, se estanca en vida. Sea cual fuera la interpretación que se quiera dar al tema citado: "Navegar é preciso, Viver não é preciso" en un conflicto de ambiguas interpretaciones, opto por la idea de creer que "Vivir no es preciso, lo que es necesario es crear" y acepto el desafío de defender esta frase que además de conmoverme me estimula, pues la creación es para mí el sentido que el hombre necesita para su existencia, para hallar respuestas y preguntas metafísicas que siempre nos formulamos, en cualquier momento, bajo cualquier cielo: ¿Qué somos? ¿Hacia dónde vamos? ¿De dónde venimos? Por eso, debemos preocuparnos menos por el destino y mucho más por nuestra navegación.


Cláudia Rodrigues
Traducción al español: Sonia Rodríguez Mella

Fonte:
Recanto das Letras
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Os argonautas (Caetano Veloso)
O Barco!
Meu coração não aguenta
Tanta tormenta, alegria
Meu coração não contenta
O dia, o marco, meu coração
O porto, não!...

Navegar é preciso
Viver não é preciso...

O Barco!
Noite no teu, tão bonito
Sorriso solto perdido
Horizonte, madrugada
O riso, o arco da madrugada
O porto, nada!...


Navegar é preciso
Viver não é preciso...

O Barco!


O automóvel brilhante
O trilho solto, o barulho
Do meu dente em tua veia
O sangue, o charco, barulho lento
O porto, silêncio!...


Navegar é preciso
Viver não é preciso...


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Navegar é Preciso (Fernando Pessoa)


Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa: “Navegar é preciso; viver não é preciso”.

Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.

Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.


Cada vez mais assim penso.

Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir
para a evolução da humanidade.


É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.


Obs:
“Navigare necesse; vivere non est necesse”: en latín, frase de Pompeu, general romano, 106-48 aC., dicha a los marineros, atemorizados, que se negaban a viajar durante la guerra, Véase Plutarco, en Vida de Pompeu]

Quizás también le interese:

http://www.traducirportugues.com.ar/2010/08/adaptacion-de-canciones-caetano-veloso.html

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Fernando Pessoa

Navegar é Preciso

Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:

"Navegar é preciso; viver não é preciso".

Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:

Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.

Só quero torná-la grande,

ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.

Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.

Cada vez mais assim penso.

Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir

para a evolução da humanidade.

É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.

[Nota de SF
"Navigare necesse; vivere non est necesse" - latim, frase de Pompeu, general romano, 106-48 aC., dita aos marinheiros, amedrontados, que recusavam viajar durante a guerra, cf. Plutarco, in Vida de Pompeu]


A frase afamada por Fernando Pessoa foi originalmente proferida pelo general romano Pompeu.



No mundo das letras, sabemos que o processo criativo nem sempre se encerra na mente geniosa de um escritor capaz de gerar um mundo completamente isento da realidade que o cerca. Cada vez mais, estudiosos vem detectando que vários romances, contos, poemas e canções se mostram ricamente contaminados pelos valores de seu tempo. Em alguns casos, ainda é possível ver que o processo criativo também abraça referências históricas bastante remotas em relação ao tempo em que vive o autor.

Ao falarmos que “navegar é preciso, viver não é preciso”, alguns logo citam a genialidade do escritor português, Fernando Pessoa. Indo um pouco mais adiante sobre o estudo dessa frase, aponta este que, o poeta ao mesmo tempo em que lançava uma sentença sobre a condição do homem, dialogava ricamente com atradição histórica dos portugueses na exploração dos mares. Contudo, devemos saber que essa interpretação está longe de remontar as origens da afamada frase.

No século I a.C., os romanos viviam ativamente o seu processo de expansão econômica e territorial. Na medida em que Roma se transformava em um império de dimensões gigantescas, a necessidade de desbravar os mares, se colocava como elemento fundamental para o fortalecimento de uma das mais importantes potências de toda a Antiguidade. Foi nesse contexto que o general Pompeu, por volta de 70 a.C., foi incumbido da missão de transportar o trigo das províncias para a cidade de Roma.

Naqueles tempos, os riscos de navegação eram grandes, em virtude das limitações tecnológicas e dos vários ataques piratas que aconteciam com relativa frequência. Sendo assim, os tripulantes daquela viagem viviam um grave dilema: salvar a cidade de Roma da grave crise de abastecimento causada por uma rebelião de escravos, ou fugir dos riscos da viagem mantendo-se confortáveis na cidade de Sicília. Foi então que, de acordo com o historiador Plutarco, o general Pompeu proferiu essa lendária frase.

De fato, a afirmação do general Pompeu surtiu bons frutos. A viagem foi realizada com sucesso e o militar ascendeu ao posto de cônsul com amplo apoio das camadas populares romanas. Pouco tempo depois, esse mesmo prestígio o fez ser um dos integrantes do Primeiro Triunvirato que governou todo o território romano. Afinal, será que foi a vitória da história de Pompeu que levou o lendário escritor português a tomar empréstimo dessa instigante sentença? Quem sabe!


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

Navigare necesse est, vivere non necesse

Atribuida a Pompeyo por Plutarco, dice que dijo esta frase cuando sus marineros se negaban a embarcar (Vidas Paralelas: Pompeyo, L).


A partir de ahí, otros la han utilizado con distintos sentidos: como
Pessoa, que la transforma en un canto a la creación en su Navegar é Preciso; como Caetano Veloso, que le puso música en Os Argonautas ...



Nos servimos de esa frase cuando queremos señalar que importa más el ideal que las necesidades básicas, cuando hemos de sobreponernos a las dificultades inmediatas por un objetivo superior.


Llevo algún tiempo navegando por este proceloso
mar de redes. La mayor parte del tiempo zarpo con la ruta bien establecida, pero casi nunca puedo terminar como lo había planeado, unas veces arrastrada por la necesidad, otras veces por el placer.


De mis primeros tiempos en esta navegación recuerdo con mucho cariño un lugar en el que descansaba con frecuencia. El trabajo me había llevado muy lejos del hogar, estaba preparando oposiciones que nunca se convocaban cerca de casa, mis hijas eran pequeñas, la situación familiar complicada ... así que de vez en cuando necesitaba recurrir a él como terapia, para sentirme a gusto y sin remordimientos de conciencia por utilizar las horas de estudio lejos de las
laringales. Ese lugar amable y acogedor me ayudaba a respirar, a soñar, a prometerme un viaje cuando las cosas fueran mejor, a continuar la vida con alegría. Navigare necesse est, vivere non necesse.


Pasaron los años. La vida me trajo un día un regalo inesperado, trabajar en un
proyecto común con el autor de ese sitio. Desde entonces, he visitado muchos puertos, mejores y peores, sitios útiles, aburridos, interesantes, divertidos, coloridos, tristes, alegres, instructivos, atractivos; tampoco es quizá la mejor de sus obras, la más famosa o la más cuidada; pero ese periplo fue para mí el lugar agradable donde escuchar el sonido de las olas.


Hoy quiero agradecer a esa maravillosa persona que invirtiera una parte de su vida en compartir sus vivencias.
n

« Natalie Wood y el misterio de morir ahogada en camisón

El origen del grog… y ¡un Norte a vuestra salud! »

Navigare necesse est, vivere non necesse

Navigare necesse est, vivere non necesse. Navegar es necesario, vivir no lo es.

Esta es la célebre frase con la que, según relata Plutarco, Pompeyo arengó a sus marineros cuando éstos se negaban a embarcar ante el amenazador estado de la mar para recordarles que el deber está por encima de cualquier miedo o de cualquier circunstancia.

Fernando Pessoa la transforma en un bello poema, Navegar é preciso, que dice así en sus primeros versos:

Navegantes antiguos tenían una frase gloriosa:

“Navegar es preciso, vivir no es preciso”.

Quiero para mí el espíritu de esta frase, transformada.

La forma de casarla con lo que yo soy:

vivir no es necesario, lo que es necesario es crear.

Caetano Veloso compuso la canción Os Argonautas tras su paso por la cárcel en 1969 y su exilio. Veloso se basó en el poema de Pessoa, y con música de fado expresa su lamento por las personas que luchan, como Jasón y los Argonautas, para vencer los obstáculos de todos los mares.

Una vida sin “navegar” (e incluir aquí todo lo que es importante -vital- para nosotros) es como no vivir.

WIKI ITA

Navegar por la necesaria al este, no viven al este necesse

De Wikipedia, la enciclopedia libre.

Navegar por la necesaria al este, no viven al este menester ("El surf es indispensable, que no vive"), también conocido en sus variacionesnecesaria de surf al este, al este, o vivir, no necesaria necesaria de surf al este, no vive necesaria, es un cómplice, según Plutarco, en el Vida de Pompeyo (50,2), Pompeyo dio a sus marineros, que se resisten a la junta en una época de Roma, debido al mal tiempo.

Suerte [ editar ]

Se recuperó de la Liga Hanseática , que se convirtió en el lema , y Gabriele D'Annunzio , que tomó como lema de la vida heroica y trajo en su obra [1] . También es el título de un famoso artículo de Benito Mussolini de Italia del Pueblo de la del primer día de 1920 .

Fernando Pessoa tuvo esto en el poema es preciso Navegar, citó textualmente a su vez por Caetano Veloso , en su canción Os Argonautas( 1969 ): ". Navegar es preciso / Viver não es correcta"

Tradicionalmente ha citado para mostrar desprecio por la situación imperante y la exaltación de los ideales más.

Notas [ editar ]

1. ^ En el poema a las Pléyades y las Parcas, que es la primera de laudes ( ver texto )

Navigare necesse est, vivere non est necesse

Da Wikipedia, l'enciclopedia libera.

Navigare necesse est, vivere non est necesse ("Navigare è indispensabile, vivere no"), anche noto nelle sue variazioni navigare necesse est, vivere non necesse est o navigare necesse est, vivere non necesse, è l'incitazione che, secondo Plutarco nella Vita di Pompeo (50,2),Pompeo diede ai suoi marinai, i quali opponevano resistenza ad imbarcarsi alla volta di Roma a causa del cattivo tempo.

Fortuna [modifica]

Venne ripresa dalla Lega anseatica, della quale divenne il motto, e da Gabriele D'Annunzio, il quale la prese come motto di vita eroica e la riportò nelle sue opere[1]. È anche il titolo di un famoso articolo di Benito Mussolini su il Popolo d'Italia il primo giorno del 1920.

Fernando Pessoa ha ripreso questa massima nel poema Navegar è preciso, citato testualmente a sua volta da Caetano Veloso, nella sua canzone Os Argonautas (1969): "Navegar è preciso/Viver não è preciso".

Tradizionalmente viene citata ad indicare il disprezzo per le necessità contingenti e l'esaltazione di ideali ulteriori.

Note [modifica

´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´

PLUTARCO -46 A C

----]

1. ^ Nella poesia Alle Pleiadi e ai Fati, che è la prima delle Laudi (visualizza il testo)

Voci correlate [modifica]

Em definituó, el proscema lírico de la mnav. quedaría asín en cálabhe o phalbe cavecano:

Mnavegâmçiar sneze czárido
debibé nosne cesáreo

Mnavegâmçiar es necio cesareo

Debevir nosne cesárido

Mnavedigar esnece czárido

Erbidibidiber nosne zerasio

Mnavergas necessa rido

Vivernos neccesa rido

Nave gançiar sneza rido

Vivirnosne cesar ido

Nam beregar snecze saurio

devebir nox necce czsáurigo






















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2 comentarios:

O rei Wayavo I dijo...

Sodio vergar é preçiosso
Beebeer nones Pérez-Ciosso
Nave gaär spress hizo
ví vir express iso



de "Ribólota a Lanas en 365 mnv,s" - Peer Hawista de Hoedenia - Calbhe Editions - 2012

O rei Wayavo I dijo...

Ya lo dijol Feredinánanánando Presonna...

Y Eulalio Abohollinaire...

Plutarco el masca, el más plusmartaquista...

Criar no es criar
criar es crear
creer es un craq
criír es praollhar
páije dir el hoedeniense venerando.